15 de mai. de 2012

Mídias sociais no Jornalismo


Confira a entrevista com a jornalista Camila Bertolazzi, do portal Itu.com.br. Ela fala sobre a aplicação das mídias sociais no jornalismo atual. Veja:

Entrevista com o web designer Murilo Gagliardi, da Cybermind


Para Gagliardi, as mídias sociais
ajudam a unir as pessoas
Murilo Gagliardi é web designer da Cybermind, empresa responsável pelo projeto Municípios Digitais (que engloba sites como o Itu.com, o Viva Salto e o @Campinas). Entusiasta das mídias sociais, Gagliardi concedeu um entrevista ao Social Media Brazil. Confira:

Qual a principal mídia social atualmente? Por quê?

Sem dúvida é o Facebook. Ele está com mais de 900 milhões de usuários, seguido do Twitter e do Linkedin. O Facebook foi uma evolução do Orkut, que fez sucesso primeiro no exterior e depois invadiu o Brasil. Acredito que ele faça sucesso por ser mais simples que o seu antecessor e por oferecer os famosos “joguinhos” que atraem muitas pessoas.

Você acredita que as mídias sociais são capazes de unir as pessoas? Por quê?

Com certeza elas são capazes. Hoje se você tem um conhecido da infância, por exemplo, e quer se comunicar com ele vai utilizar as mídias para encontrá-lo. Antes era de outras formas, mas agora ficou bem mais fácil com todas as características das ferramentas de contato, como o MSN. Eu afirmo também que podemos sim fazer o contrário: criar amigos através das mídias. Apesar de muitos não acreditarem nisso, eu acredito em amigos virtuais e tenho muitos.

A tecnologia oferece ainda mais facilidade para que as mídias sociais ganhem público. Qual sua relação com os parelhos digitais? Você acredita que eles sejam capazes de viciar os usuários?

Eu estou e não estou conectado 24 horas. Quando eu preciso abrir os emails faço isso pelo iPhone que tem o aplicativo, ou então vejo pelo notebook. Eu gostaria de estar até bem mais conectado, mas tem horas que não posso, preciso ter uma vida real também. As mídias sociais são um vício, assim como a televisão. A tecnologia é gigantesca e com vários ramos você se vicia fácil. Eu sou uma prova disso!

Você acredita que no futuro as mídias sociais serão ainda mais fortes no compartilhamento de conteúdo? Por quê?

O futuro será a evolução do que já existe hoje. As mídias sociais ganharão outros nomes e sofrerão alterações. Com certeza para melhor! Irão surgir outras ferramentas para compor o guarda-chuva das mídias sociais. Mas temos que ficar espertos no que utilizaremos porque nem todos valerão à pena.

Especialista diz que "Google e Facebook vão acabar em cinco anos"


Google e Facebook: será o fim deles? Duvidamos...
Eric Jackson, da conceituada revista norte-americana Forbes, disse que gigantes da web como Google e Facebook podem "desaparecer completamente nos próximos cinco anos". Para ele, o maior problema dos grandes sites é que eles não sabem lidar com o mundo dos smartphones e a tecnologia móvel.

Eric até citou o caso do MySpace, que era um site grande e hoje não tem o mesmo volume de acesso de antes. "Até quando parece dolorosamente óbvio para todo mundo, não parece haver capacidade dessas antigas companhias para mudar para um novo paradigma. Mesmo que eles coloquem bilhões no problema, o modelo primário de negócios que os fez bem sucedidos em primeira instância parece atropelar a expansão para um novo jeito de pensar".

Na opinião do Social Media Brazil, o sr. Jackson está completamente equivocado...

Brasil será sede da conferência WWW2013

Encontro é o principal evento mundial da web

A cidade brasileira do Rio de Janeiro será sede do principal evento mundial da web, a conferência WWW2013. A 22ª edição do encontro será realizadas em maio do próximo ano e receberá autoridades, cientistas e pesquisadores que trabalham em prol da evolução da web no mundo.

Essa será a primeira edição a ser realizada no Hemisfério Sul e em um país da América Latina. O evento tem como propósito estimular o uso e desenvolvimento da internet em todos os aspectos da sociedade.

Brasileiros totalizam 46,3 milhões no Facebook

Número garante o segundo lugar do país no ranking de usuários



Os brasileiros já totalizam mais de 47 milhões de usuários no Facebook, ficando atrás apenas do poderoso Estados Unidos com 157,3 milhões de usuários do site. A afirmação é da empresa de pesquisa sobre internet Social Bakers.

Segundo dados, os indianos ocupam a terceira posição com 45,8 milhões de perfis e a Indonésia fica na quarta colocação com 42,2 milhões, seguida dos 33 milhões de mexicanos em quinto lugar.

Só hoje: 100 hangouts ao vivo!


Você conhece o hangout do Google+? Trata-se de um serviço de videoconferência da mais nova rede social da Google, que veio para concorrer com o Skype.

No hangout, você conversa com seus amigos via webcam

E hoje, para promover o serviço, a gigante empresa da internet está oferecendo 100 bate-papos ao vivo e exclusivos com profissionais de diversas áreas, de blogueiro a consultora de moda!

Confira aqui a programação completa.

Foursquare anuncia parceria com o Facebook


O Foursquare, rede social de geolocalização (que você conheceu no 1º #PraQueServe), anunciou uma parceria com o Facebook. Agora, todo check-in feito pelo aplicativo móvel será exibido no mapa da rede social criada por Mark Zuckerberg.

A notícia foi dada através da página do Foursquare no Facebook, e dizia o seguinte: “Boas novas, Facebookers! Os check-ins do Foursquare que você compartilha no Facebook agora vão aparecer bem bonitos em seus mapas na Timeline”.

Confira como ficará a exibição de seus check-ins no Facebook:

#PraQueServe: Klout


O Klout é um serviço online que mede a influência das pessoas nas redes sociais e confere a elas uma nota de 0 a 100. Qualquer um que tenha uma conta no Twitter automaticamente é ranqueado e quanto mais serviços você associar ao Klout (Facebook, Foursquare, LinkedIn, Google+ e outros), melhor ele vai poder medir sua influência.

Visualização de um perfil no Klout: quanto mais mídias sociais conectadas,
melhor a sua pontuação no serviço

Um dos critérios em uma entrevista de emprego em grandes empresas de comunicação é o ranking no Klout. A receita para aumentar a pontuação é simples: compartilhar conteúdo de interesse e interagir com outras pessoas influentes.

A obsessão por aumentar a pontuação no Klout mudou o jeito como as pessoas se comunicam nas mídias sociais. Muitas pessoas deixaram de se comunicar, por exemplo, no Twitter com pessoas de baixa influência para não perder pontos no ranking.

Antes, qualquer pessoa que possuía um perfil no Twitter automaticamente tinha também uma pontuação no Klout. Hoje é possível "desligar" o serviço. Sam Fiorella, canadense especialista na ferramenta (e que já foi reprovado em uma seleção por possuir uma pontuação baixa) dá a dica: “minha recomendação é que você não deixe uma empresa te julgar”.

Usuário agora pode pagar para ganhar visibilidade no Facebook


Um novo serviço da rede social mais usada no mundo tem sido testado na Nova Zelândia: o pagamento por relevância. Mas como assim?

Como vai funcionar o novo serviço do Facebook, o "Destaques"

É simples: apenas 12% da lista de amigos de uma pessoa lê as postagens que ela faz no Facebook. Com esse novo recurso, o usuário paga até R$ 4,00 para que suas publicações ganhem relevância.

Segundo o site Daily Mail, o serviço poderá ser pago através de cartões de crédito ou via Pay Pal. Mark Zuckerberg só liberou o recurso "Destaques" no país do Oceania para mensurar a aprovação. Caso dê certo, logo veremos pelas nossas bandas.

Mídia social é tudo!


Veja no esquema abaixo o que é mídia social. Você vai se espantar ao perceber que quase todos os sites que usa são!

O primeiro seguidor


Confira essa peça produzida pelo pessoal da Agência Click representando a visão das empresas com relação a redes sociais:

#PraQueServe: Pinterest


O Pinterest é uma rede social de compartilhamento de imagens criada em 2010, mas que ganhou força no começo deste ano. Seu design lembra um quadro de recados, daqueles que as meninas prendem fotos com pinos.

Por isso o "Pin" do nome da rede social. O "interest" vem de interesse, ou seja, "pinos de interesse" numa tradução literal. O usuário "pina" em seu quadro on-line seus interesses, dividindo-os em categorias.

Você pode criar um quadro (chamado de "board" na rede social) só sobre macacos albinos da Tailândia, ou de Escorts azuis com placa iniciada com "B". Para fazer isso é fácil: basta você copiar o link de uma imagem, clicar em "Add a Pin" e escolher em qual quadro fixá-lo.

Em março deste ano, o Pinterest alcançou o número total de 104 milhões de visitas, se tornando a terceira maior rede social, segundo dados da Experien Hitwise. Ele ficou atrás apenas do Twitter (182 milhões) e Facebook (7 bilhões). Até mesmo os professores estão usando o site!

Esses dados revelaram uma estatística interessante: 97% dos americanos que utilizaram o site em fevereiro eram mulheres. O site Slate resumiu o fenômeno de maneira simples: “Cupacakes, botas e Jake Gyllenhaal sem camisa. Se você gosta dessas coisas, deveria estar no Pinterest”.

Pra entrar na rede, basta solicitar um convite no site. Depois disso, você pode clicar no botãozinho ali em cima (escrito "Pin It") para compartilhar as imagens do blog :)

12 de mai. de 2012

Instagram: o aplicativo do momento


Com vários efeitos legais, o Instagram
conquista cada vez mais usuários
Desde que foi lançado em outubro de 2010 pelos desenvolvedores Kevin Systrom e Mike Krieger, o Instagram virou um verdadeiro fenômeno. O aplicativo que mistura rede social com editor de fotos se tornou um sucesso entre os usuários do smartphone mais popular do mundo, o iPhone. A ideia é simples: você registra um instante em foto, aplica um filtro vintage e posta para seus seguidores curtirem e comentarem.

De tão simples e prático, o Instagram ganhou o mundo. Na App Store, a loja de aplicativos da Apple, já são mais 15 milhões de download. O sucesso no dispositivo iOS foi tão grande que os desenvolvedores do programa lançaram recentemente a versão para Android, sistema operacional móvel mais usado do mundo.

Muita gente chiou, pois não queria perder a exclusividade. O fato é que o Instagram visa lucros, e quanto mais pessoas utilizam o serviço maior é a receita. Falando em dinheiro, a repercussão do aplicativo na mídia tradicional aumentou ainda mais quando Mark Zuckerberg, criador do Facebok, anunciou a compra dos direitos do app pela bagatela de US$ 1 bilhão!

O que será que o dono da maior rede social do mundo tem em mente para a maior rede social fotográfica móvel do planeta?

Fundador do Twitpic lança nova rede social, o Heello

Serviço de microblogging tem recursos iguais ao Twitter


O fundador do Twitpic (serviço de compartilhamento de fotos) Noah Everett lançou uma nova rede social, o Heello. Muito semelhante ao Twitter, o site foi inaugurado na mesma semana em que o concorrente mais famoso lançou seu próprio serviço de imagens, integrado ao Photobucket.

Os pontos em comum entre Heello e Twitter são vários
Os pontos em comum entre Heello e Twitter são vários. Para começar pelo limite de caracteres em cada "tweet" - o "ping" da nova rede - que é o mesmo: 140 toques por mensagem. O "RT" (reescrever alguma mensagem, com créditos para o autor) se chama "echo". Para seguir algum perfil, o usuário da nova ferramenta deve clicar em "listen" (ouvir em inglês). O símbolo "@", comum no concorrente, também foi mantido a frente do username. Ou seja, tudo muito semelhante.

Novas opções (como listagem de perfis e integração com vídeos, fotos e SMS) estarão disponíveis em breve no Heello. Não dá pra ter certeza do que Everett quer com o lançamento desse novo serviço - uns dizem que foi apenas protesto pelo lançamento da ferramenta de envio de fotos do concorrente, outros acreditam que ele leva a sério a ideia de criar uma opção ao Twitter - mas o fato é que o Heello não empolga e deve ser mais uma rede social em que criamos conta e, por fim, esquecemos de acessar.

#PraQueServe: Foursquare


Esse é o primeiro post da categoria #PraQueServe, onde algumas mídias sociais não tão conhecidas são desvendadas. O escolhido para a estreia foi o Foursquare, rede social de geolocalização criada em março de 2009 pelos desenvolvedores Dennis Crowley, Naveen Selvadurai, Harry Heymann, Nathan Folkman e Mike Singleton.

O Foursquare permite que você compartilhe com sua rede de contatos o lugar onde se encontra. Através de um aplicativo (disponível para os principais sistemas operacionais móveis, como o iOS e o Android), sua localização é determinada pelo GPS de seu aparelho. Uma lista de locais aparece na tela do celular e você dá check-in nele.

Fora isso, o Foursquare funciona como qualquer outra rede social. Você adiciona amigos, comenta as visitas deles e pode compartilhar fotos dos locais. A principal diferença fica por conta da competição criada pelos desenvolvedores. A cada check-in dado por você, são computados pontos. Numa das abas do aplicativo é possível conferir o ranking de seus amigos, e também visualizar sua posição nele.

Os badges do Foursquare
Dependendo do check-in, você também pode ganhar um badge, que é similar às medalhas que os escoteiros ganham quando aprendem uma nova habilidade. Ou seja, quando você explora um novo lugar, um novo badge aparece em sua lista de conquistas. Após vários check-ins num local só, você ganha o status de mayor do local, ou seja, o "prefeito".

No aplicativo é possível descobrir novos locais ao seu redor, como um guia turístico. Os usuários do Foursquare também podem deixar dicas nos locais visitados, que servem como indicações para outros usuários. Por exemplo, você pode visitar um restaurante e escrever "experimente o peixe grelhado deles" ou "evite as sobremesas, não são boas".

Muitas empresas estão tomando cuidado com os comentários sobre elas que são deixados na rede social. Algumas até promovem promoções, como a entrega de brindes para quem dá check-in no local.

Agora que você já sabe como funciona o Foursquare, é só você ver se seu aparelho celular é compatível com o aplicativo, baixá-lo e começar a usá-lo!

Estudante americano sai da prisão. Graças ao Twitter



Twitter completou seis anos em março deste ano. A mídia social (não confundir com rede social, como Alan Dubner bem explicou neste post) teve um crescimento absurdo nesse curto período. Pessoas “tuitam” várias vezes por segundo e disputam para saber quem consegue mais seguidores ou para emplacar uma hashtag.

Tweet que tirou Buck da cadeia
E, no meio disso tudo, o Twitter também ajuda pessoas. O caso mais conhecido aconteceu em 2008, quando o serviço ainda engatinhava (no Brasil ainda nem se ouvia falar). O americano James Buck, estudante de Jornalismo que estava no Egito para finalizar seu trabalho de conclusão de curso sobre a “blogosfera” do país, foi preso durante um dos protestos que cobria.

Buck teve a sorte de não ter seu aparelho celular confiscado pelos policiais. Através dele, o jovem enviou pelo Twitter a palavra arrested (preso, em inglês). Não demorou muito para que blogueiros americanos soubessem do caso e iniciassem uma corrida contra o tempo para que autoridades do EUA soubessem do caso.

No dia seguinte, ele deixou a prisão, com a ajuda de um advogado contratado pela direção da Universidade da Califórnia, onde estudava, e o auxílio da embaixada americana no Cairo. Buck concluiu sua tese e afirmou que o Egito “é um país sem liberdade de imprensa e a única coisa livre é a internet”. Para sorte dele.

Twitter: a mídia social que tem cada vez mais seguidores

Fenômeno no mundo inteiro, o micro blog já se tornou mania nacional e conquista novos usuários a todo momento

O passarinho símbolo do Twitter
Não dá para negar que o Twitter virou uma febre. Com mais de 33 milhões de usuários só no Brasil (segundo pesquisa da Semiocast), o micro blog faz sucesso com todos os públicos, que entraram na onda criando contas para divulgar seus pensamentos de maneira rápida e direta. As principais revistas e jornais impressos também já marcaram território conseguindo assim uma proximidade com seu leitor jamais atingida. O perfil da revista semanal “Veja” conta com mais de 1,7 milhão de seguidores, e o número não para de crescer. Um dos principais destaques do serviço, e talvez o que mais atraía público, é a convergência de mídias que ajuda na disseminação de conteúdos que antes os internautas tinham que buscar em sites especializados.

Para quem não conhece, o Twitter é um site em que se pode escrever pequenas mensagens de no máximo 140 caracteres (conta-se cada letra e espaço digitados). As pessoas que o usam escrevem diariamente desde fatos cotidianos até acontecimentos importantes. No mundo da comunicação, jornalistas postam a cada segundo novas matérias e informações sobre algo relevante naquele momento. Até mesmo os grandes portais de notícia, que já possuem um pequeno intervalo entre suas atualizações, aderiram ao micro blog para agilizar a transmissão de seus conteúdos. As timelines (linhas do tempo, em que são exibidas o que usuários escreveram) viraram verdadeiras “salas de discussão”, em que um tema de maior repercussão é questionado e abordado por diversos ângulos.

Criado em 2006 pelo desenvolvedor de software americano JackDorsey, o Twitter já é o terceiro site de mídias sociais em número de acessos do mundo (só perde para Windows Live e Facebook, o líder do ranking). O crescimento do site se deve principalmente por uma maior exposição nas mídias convencionais (rádio, TV e impresso), o que não ocorre com seus concorrentes. Alguns programas de televisão já usam o serviço como principal canal de interatividade com seus telespectadores.

A interatividade é mesmo o ponto forte do Twitter. O que antes era impossível, como se comunicar com uma celebridade, se tornou viável já que muitas delas começaram a utilizar o site e agora mantém proximidade de seus admiradores. Diariamente, famosos de toda parte do mundo publicam pequenas notas sobre sua vida para seus fãs. Um exemplo é o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, que conta com mais de 5 milhões de seguidores, com quem compartilha momentos de sua vida antes inacessível.

O blogueiro Marcel Dias é um dos que entraram no Twitter “de corpo e alma”. Com mais de 180 mil tweets postados e a marca dos 30 mil seguidores ultrapassada, o responsável pelo blog “Byte que eu gosto” prefere repassar links interessantes encontrados pela internet. “Amigos me indicaram o serviço”, completa o também analista de sistemas. Victor Leal de Almeida, estudante de Análise de Sistemas, busca informação no Twitter. “É um resumo dos fatos que acontecem ao longo do dia”, disse sobre o site. A jornalista Sarah Vasconcellos vê o micro blog como uma ferramenta muito importante para o jornalismo. “Para a minha profissão, o Twitter surgiu como complemento em minha leitura diária por sites de notícias, além de contribuir e muito para estabelecer contatos com diferentes pessoas”, completa.

Para Alan Dubner, as mídias sociais estarão cada dia
mais presentes na vida das pessoas
De fato o serviço tem ajudado em muito nas relações interpessoais, mas ele não pode ser confundido com uma rede social. O consultor e especialista no conceito de mídias sociais Alan Dubner alerta para essa confusão. “Rede social é uma plataforma que permite que você consiga formar uma rede de pessoas” explica o proprietário da Cybermind, empresa responsável pelo site Itu.com.br, um audacioso projeto de web 2.0 desenvolvido em nossa cidade. Para Dubner, as mídias sociais vão além. “Toda e qualquer conversa entre grupos de amigos é mídia social, até bilhetinho mandado dentro de um grupo”, conclui.

Uma área que sempre explorou o Twitter foi a política. Em 2010, com as eleições em pleno vapor, os principais candidatos constantemente publicavam mensagens em seus perfis. A candidata Marina Silva foi uma a que mais explorou a internet, conseguindo maior destaque do que conseguiria com seu curto tempo na propaganda eleitora de TV. O tópico #Marina43 foi um dos assuntos mais comentados na internet durante quase toda campanha eleitoral. Mas o sucesso na rede não fez com que Marina ganhasse as eleições, mesmo tendo um expressivo número de votos para uma primeira candidatura.

Alan Dubner acredita que as campanhas erraram no tempo necessário para que conseguissem maior êxito. “Eles (os candidatos) acharam que mídia social seria fazer o próprio Twitter, blog, site, fazer vídeo. Mídia social não é nada disso, são pessoas que acreditam em uma determinada causa e juntas acreditam que esse candidato esteja levando as melhores ideias”. Ele acredita ainda que os “marqueteiros” poderiam ter feito um trabalho melhor na internet, assim como o exemplo dos Estados Unidos, que conseguiu mobilizar uma nação a votar em Barack Obama.

Quando o assunto é a transformação do mundo virtual em uma extensão do real, Dubner é enfático e diz não ter dúvida nisso. "A facilidade de troca de conhecimento através desses novos recursos será cada vez mais presente nas nossas vidas e só aumentará", disse. Ele cita vários exemplos como o de países isolados que conseguem manifestar suas ideias e mostrar que podem fazer parte da civilização utilizando a internet. Em 2011, o Twitter foi palco de uma grande revolução, a "Primavera Árabe", uma série de protestos físicos e virtuais que derrubaram vários regimes ditatoriais da região.

11 de mai. de 2012

O futuro é agora!

Quem diria nos anos 60 ou 70 que a palavra “ferramenta” poderia ser acrescentada ao termo “tecnológica”? Ou ainda quem aceitaria ter um grupo de amigos que nunca viu pessoalmente? Qual jornalista conseguiria publicar conteúdo em tempo real e receber a interação instantânea do seu público-alvo? Provavelmente ninguém! Pelo menos não com tanta propriedade. Afinal, a Internet não era popular naquela época. Era coisa de militar.

Foi o boom tecnológico da década de 90 que possibilitou a chegada da internet nos domicílios de milhões de pessoas. A coisa foi aumentando. Acontecimentos importantes, como os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, incentivaram a criação de ferramentas de compartilhamento de informação instantâneas. Foram os primórdios das mídias sociais que conhecemos hoje.

Com elas, podemos nos comunicar com pessoas do mundo todo, em tempo real, sem se preocupar com os inúmeros quilômetros de distância que as separam. Um fato que ocorre aqui no interior paulista pode ser facilmente repercutido no Japão. A velocidade dita o rumo desses novos tempos.

"O futuro já começou", diria a vinheta de fim de ano da Rede Globo. É, e chegou com tudo. Nesse blog, você vai poder entender um pouco mais sobre esse novo tempo que chegou sorrateiro e dominou a vida de todos.

Mídia social é tudo, desde a mais tecnológica rede social às rodas de conversas informais no corredor da firma. O que muda é a ferramenta. Como usá-las de maneira adequada? Nem mesmo os especialistas ainda sabem. A web 2.0 muda a cada dia, uma coisa que era correta fazer ontem pode ser errada hoje.

As regras existem, mas são mutáveis em todo instante. E aí, você está preparado para tudo isso? Caso não, o Social Media Brazil é o lugar certo para você conhecer essas novas tendências que já estão tomando conta de nossas rotinas.

Aqui, você confere a seção #PraQueServe, que mostra como funciona as novidades das mídias sociais, como o Pinterest e o Foursquare.

Também fica sabendo as mais recentes alterações no Facebook, rede social mais usada no mundo, além da mudança de comportamento gerada pelos micro blogs, como o Twitter. Enfim, um guia completo para os novos tempos.

Boa leitura!